🐎🚃 Viajar. 🚢🐎

Viajar.

Hum… que bom.

Fecho os olhos e vou partir.

Neste momento estou voando,

Da janelinha observo as nuvens.

As nuvens são mundos onde vivem seres

Mágicos.

Durante o passeio contam-me pormenores da

Sua civilização.

Quero ficar a viver aqui.

Não posso… não consigo respirar.

Aterro e subo para um barco de cruzeiro.

O mar é tão azul … tão calmo.

Os golfinhos dançam e cantam doces melodias.

Juntam-se-lhe belas criaturas que eu nunca vi.

Donde surgiram?

O que são?

São Belas, melodiosas e graciosas.

Nunca assisti a um bailado tão belo.

No entusiasmo quero agradecer pessoalmente.

Desilusão, também não respiro na água.

 Tenho de ser salva pela mais bela dessas

Criaturas.

Agradeço.

Chego a terra e entro numa gruta.

Percorro uma galeria.

Não consigo voltar para trás.

Sigo caminho e encontro uma cidade.

Miniatura de crianças.

Parece vazia…

Entretanto alguém me pega na mão,

Olho para o lado,

 Vejo uma menina linda mas tão pequenina que

Quase cabe na minha mão.

– Anda comigo, vou mostrar-te onde vivo.

Olho melhor e vejo tantas criaturas na sua vida

Quotidiana.

Como as não vi logo?

Por vezes é necessário olhar para baixo,

 Desempinar o nariz e observar tudo bem.

Aqui vivi tempos fantásticos,

Aprendi imensas coisas novas,

O tempo parecia não passar.

De repente, sinto saudades da minha família.

 A menina leva-me a uma saída.

Digo-lhe adeus, com os olhos húmidos das

Lágrimas que teimam em cair.

Chego a casa e abraço todos.

Tentei explicar tudo o que tinha visto e vivido.

Engraçado…

Chamaram-me louca.

 

Fortunata Fialho

 

capa-2953x2008

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😎😉”Simplesmente… Histórias”💐 Apelo de um náufrago😉😎

escreversonhar

Aqui, nesta ilha, até quase que sou feliz. Pensavas que isso era impossível?

As plantas são maravilhosas, os animais lindíssimos e a água límpida e pura.

Quando tenho fome é só colher, caçar e comer. Nunca tive fome. Mas…

Falta-me a tua companhia e o calor do teu corpo. Quero amar-te.

Falta-me sentir o doce sabor de um beijo, a terna sensação de uma carícia.

Quero perder-me no brilho do teu olhar e refugiar-me na segurança dos teus braços.

Tenho saudades do riso das crianças, do seu abraço ingénuo e do brilho dos seus olhos.

Lembro-me do brilho dos teus olhos quando dizias que me amavas.

Da vozinha dos nossos filhos quando chegava a casa. De todos aqueles brinquedos pelo chão.

Do teu cheiro nos nossos lençóis, do teu suor quando nos amávamos.

Olho para este mar imenso e sonho e sonho com um barquinho no horizonte.

Por esta ilha…

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L’aigle Noir (Barbara)

Arbrealettres




L’aigle Noir

Un beau jour,
Ou peut-être une nuit
Près d’un lac, je m’étais endormie
Quand soudain, semblant crever le ciel
Et venant de nulle part,
Surgit un aigle noir.

Lentement, les ailes déployées,
Lentement, je le vis tournoyer.
Près de moi, dans un bruissement d’ailes,
Comme tombé du ciel,
L’oiseau vint se poser.

Il avait les yeux couleur rubis
Et des plumes couleur de la nuit.
À son front, brillant de mille feux,
L’oiseau roi couronné
Portait un diamant bleu.

De son bec, il a touché ma joue.
Dans ma main, il a glissé son cou.
C’est alors que je l’ai reconnu :
Surgissant du passé,
Il m’était revenu.

Dis l’oiseau, O dis, emmène-moi.
Retournons au pays d’autrefois,
Comme avant, dans mes rêves d’enfant,
Pour cueillir en tremblant
Des étoiles, des étoiles.

Comme avant, dans mes rêves d’enfant,
Comme avant, sur un nuage blanc,
Comme avant, allumer le soleil,

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🎼 Vento e chuva.🎼

escreversonhar

Vento e chuva.

La fora a chuva cai e o vento uiva.

Num uivo arrepiante o vento tenta entrar,

De braço dado com a chuva tentam invadir o meu mundo.

No quentinho do meu sofá recuso-lhes guarida.

Ao som dos seus rugidos linhas jorram,

Ao ritmo das gotas as letras caiem na folha branca.

Rios de palavras formam-se e um vórtice de frases surge.

Abriram a porta… o vento elevou as frases.

A porta fechou… surgiram poemas.

As frases caíram e, como um sonho, completaram-se.

Jorraram rimas, quadras, versos soltos….

Na folha branca, doce e calmo lago, as palavras repousam.

Escreveram o mais lindo poema de amor,

A mais bela e melodiosa canção de sempre,

Retrataram o inocente sorriso de uma criança,

O brilho do sol e o cintilar das estrelas.

Lá fora a chuva bate nas janelas impulsionada pelo vento.

Cá dentro… confortavelmente, sonho… viajo… escrevo…

E na folha…

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😶😶😶 Sonho… 😶😶😶

escreversonhar

Fecho os olhos e… sonho com um mundo perfeito.

Um mundo sem guerras… um mundo de amor… um mundo criança…

O sol no sorriso de todos os rostos… o som de gargalhadas puras e cristalinas.

Em cada coração a pureza e entrega da ingenuidade da infância…

Um mundo verde de esperança… vermelho de alegria… azul de paz…

Onde não existe fome, frio, tristeza, dor… Tudo é perfeito…

No meu sonho os rios são limpos e as suas águas cristalinas…

Os campos verdes, as flores de um colorido vibrante…

O ar puro… leve… saudável… totalmente respirável.

Nenhum ser vivo tem medo… não tem motivos para tal.

O respeito é mútuo… a tolerância uma constante.

Sonho… que um dia o ser humano deixa de ter cor…

Que todos são iguais… que ninguém se considera superior…

Sonho que todos sonham e não existem pesadelos…

Que todos acordam felizes, tranquilos… apaixonados…

Apaixonados pela vida……

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Silêncio.

escreversonhar

Que silêncio…

Como é bom estar em silêncio,

Poder refletir sem ser incomodada,

Pensar… em tudo… em nada,

Sonhar acordada, planear os dias, ou as noites.

Ouvir o som do silêncio.

Quem não escutou o silêncio do campo?

O vento nas árvores, os chilreios dos pássaros,

O coaxar das rãs, o canto dos grilos.

Ouvir o riacho correndo, rolando os seixos,

Saltando obstáculos, acariciando os peixes,

Dando de beber aos animais,…

E o som do mar?

O bater das ondas, o murmúrio do oceano,

O vento cariciando a sua superfície,

As ondas penetrando no areal,

O borbulhar na areia.

Silêncio? Será que existe o tão almejado silêncio?

Mesmo assim adoro estes silêncios.

Fortunata Fialho

em:capa-2953x2008

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😇😍😉Aconteceu-me mesmo. Mais uma das: “Simplesmente… Histórias”😉😍😇

escreversonhar

Durante a minha infância, na minha aldeia, morei numa casa em que três portas se alinhavam.

Porta do quintal, que dava para a cozinha, porta da cozinha para a sala de jantar e a porta da rua.

A iluminação era feita através de candeeiros a petróleo os quais tornavam o ambiente um pouco irreal e propicio a divagações na minha cabecinha de criança.

Durante o serão reuníamo-nos na cozinha e não havia o hábito de se fecharem as portas, hábito que ainda mantenho atualmente.

Os meus brinquedos estavam arrumados na parte inferior da mesa da cozinha, nada se podia estragar. Ali estavam seguros e longe das mãos que as podiam estragar. Sim porque eu estimava muito todos os meus brinquedos.

Como todas as crianças adorava brincar imitando os adultos.

O serão passava e as brincadeiras continuavam.

Passeava por toda a cozinha mas, tinha um grande problema, quando cruzava a porta…

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