Invisivel

Como eu gostava de ser invisível!

Poder fazer o que quero, sem dar nas vistas,

Passar despercebida aos imbecis,

Descobrir as reais intenções das pessoas,

Não ter de me importar com o meu visual

E, sobretudo, fugir dos problemáticos.

Poder dar conselhos parecendo a consciência dos Próprios.

Há quem só assim os aceite.

Talvez assim conseguisse resolver alguns problemas,

Do país e, quem sabe, da humanidade.

É obvio que estou sonhando,

Não tenho a pretensão de ser Deus.

Nem que os meus conselhos sejam sempre bons.

No entanto, seria curioso tentar e ver os resultados.

Não sou de dar ordens mas,

Um bom conselho sim.

Não sou invisível e não posso forçar ninguém a

Agir de forma diferente.

Só gostaria de contribuir para melhorar este

Mundo louco.

 

Fortunata Fialho em ”Sentidos ao Vento”  Editora Bubok

ou ”Momentos” na Amazon.com

 

capa-2953x2008

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