Tenho que fugir, ninguém me pode ver. Onde tinha a cabeça quando resolvi fazer tamanha asneira? Foge que te apanham e não voltas a ver a luz do dia. Quando aprendes a não te meter onde não és chamado? Tinhas passado e feito como todos os outros, virado a cara para o lado e seguido caminho. Tinhas que intervir. Maldita consciência, porque não me deixas em paz? Foge, eles não te vão perdoar.

 

Fortunata Fialho em ”Simplesmente… Histórias”

Brevemente nas livrarias.

 

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