Carrego a lembrança dos trovões, das janelas da minha infância. O prisma das enormes lamparinas à chuva. Em mim, as mesmas cores púberes, dos faróis que me orientavam na caminhada. A noite vaporiza meu rosto ainda e cada canto da minha energia e das minhas intenções. Sofro da síndrome da pele eriçada todas as manhãs. […]

via Sutilezas IV — O Ponto Afinal

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