Chuva de junho.

Estamos em junho e chove lá fora.

Um vento ruidoso verga as árvores.

O som da chuva é inebriante, o corpo pede cama.

Um raio de sol espreita por entre as folhas.

Rompe a escuridão e ilumina a minha alma.

O calor é abrasador e a chuva não o acalma.

Saio… que bom é sentir a água na pele.

Estou molhada… não importa, eu adoro.

Passeio à chuva e sorriu.

Na minha pele deslizam gotas de água.

Gotas? Não, riachos deslizam pelo meu corpo.

Ondas de prazer acariciam a minha pele.

Chove e não me importo, estou feliz.

Chove e não me abrigo!

Passeio lentamente e disfruto.

Que bom… chove cá fora e eu não me importo.

 

Fortunata Fialho

em:

estudo_capa_completa_simplesmente historias (2)

 

 

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