Mais uma “Simplesmente… Histórias”

Por toda a comunicação social imperam as notícias sobre casos de violência.

Hoje o país A atacou o país B. O marido matou a mulher e, por vezes, os filhos. A mulher que assassinou o marido. O aluno que persegue o colega mais fraco. Os pais que espancaram um professor. Um atentado no local x…

Tanta violência por todo o lado.

Que mundo assustador é este em que vivemos?

Qual o legado que estamos a construir para os nossos descendentes?

Neste momento parece que o caminho para a resolução dos problemas passa sempre pela ignorância, pela violência, raramente pelo diálogo.

Assiste-se a uma progressiva e assustadora falta de valores.

No meu cotidiano laboral deparo-me, cada vez mais, com crianças e adolescentes nada tolerantes. Agridem e humilham quem não possui os seus parâmetros. Hoje batem num por ser de cor diferente, amanhã humilham outro por não ser elegante ou bonito, rebaixam aqueles que não usam roupas de marca, gozam com o telemóvel doutro por não ser da última geração, riem-se do colega que tira boas notas na escola…

Por vezes, as suas atitudes são fruto da sua educação, outras das influências dos amigos, outras ainda pelo que assistem no seu dia-a-dia.

E aqueles cuja educação se baseia no respeito e tolerância e resolvem seguir os maus exemplos dos outros?

Quando analiso o comportamento dos adultos não posso deixar de pensar que é ai que eles vão beber os exemplos. Por todo o lado se veem adultos mal formados, por vezes até me parecem em maioria, que agridem, ofendem e matam por dá cá aquela palha.

Como poderemos exigir comportamentos tolerantes se ensinamos violência? Como ensinar a ser solidário se só pensamos em nós próprios?

Urgentemente temos que mudar as nossas atitudes. Temos que mostrar atitudes civilizadas, comportamentos tolerantes, respeitar o próximo por aquilo que é como pessoa e não pela sua aparência ou credo.

Acredito que se ajudarem e procurarem dar bons exemplos, lentamente, a atitude dos nossos semelhantes vai melhorar.

Tratem os outros como gostariam de ser tratados.

Respeitem para serem respeitados.

Como diz o velhinho ditado:’ Façam o bem sem olhar a quem’.

Vamos investir todos os esforços numa educação pela não-violência.

 

Fortunata Fialho

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