Bibliotecas em países europeus reúnem diversos livros de madeira — A GALERIA

Você já ouviu falar em xilotecas? São catálogos de diferentes tipos de madeira, geralmente com milhares de amostras, que também arquivam informações diversas sobre a espécie a qual pertencem. Mas no leste europeu, as xilotecas ganharam ares diferentes. Elas foram transformadas em verdadeiras bibliotecas, e seus livros não são nada comum. Após coletadas na natureza, […]

via Bibliotecas em países europeus reúnem diversos livros de madeira — A GALERIA

Le sorprendenti ma verissime fotografie di Brian Valentine — IL MONDO DI ORSOSOGNANTE

Sembra impossibile.. eppure queste immagini non sono frutto di fotomontaggi o della… computer graphic art. LE INCREDIBILI FOTO DI BRIAN VALENTINE A Brian Valentine è infatti bastata una […]

via Le sorprendenti ma verissime fotografie di Brian Valentine — IL MONDO DI ORSOSOGNANTE

😊”Poesia Cores”😊

Nestas páginas que escrevo deixo a minha alma. Escrevo o que sinto, o que desejo, o que me alegra, me entristece e me consola.

Escrevo sem medos e sem reservas.

Escrever transporta-me para um mundo só meu, um mundo sem regras, um universo muito meu onde tudo é possível e onde não existe censura, dor, tristeza… escuridão.

As letras dançam criando histórias de encantar ou de assustar… sei lá. Nas páginas surgem duendes, fadas, príncipes, princesas, ogres… homens, mulheres, crianças… animais.

Paisagens desfilam pelas páginas, riachos percorrem as linhas, mares transbordam de sonhos e realidades.

Mundos coloridos surgem como por milagre.

Sonhos e desejos são expressos em palavras simples e modestas.

Cascatas coloridas surgem envoltas em bruma e magia.

Por todo o lado as palavras dançam e traçam paisagens de encantar.

Palavras feias quebram-se e reconstroem-se belas e leves como o sonho ou como o, ingénuo, balbuciar de uma criança.

Palavra atrás de palavra, constrói-se o texto sem que tenha sido pensado. Ao sabor da escrita, surge e toma as mais diversas formas. Envoltas em segredos esperam ser lidas e tomar forma na imaginação do leitor. Onde mais podemos visualizar mundos tão nossos? Onde mais a história vive do imaginário de quem a lê?

Imagens descritas por mim e visualizadas de tantas formas quanto o número de leitores. Um mundo de mundos diferentes.

Por tudo isto escrevo… brinco com palavras e… espero que sejam lidas e, por alguém, revividas. Por amar tanto as palavras quero que nunca se calem, nunca se conformem e, sobretudo, que nunca deixem de se reconstruir.

Adoro escrever… adoro ler… adoro sonhar…

 

Fortunata Fialho

 

Maria Fortunata Fialho

A cor da minha poesia.

A cor da minha poesia.

 

 

Azul… sem dúvida a minha poesia é azul.

Azul como o céu, azul como o sonho, azul como o mar.

Azul… como o sentimento… como o amor.

Azul como o carinho do teu olhar.

Por vezes vermelha de dor, vermelha… como um vulcão.

De um vermelho tão intenso que cega e… onde me perco.

Vermelha… quando ardemos de paixão.

Hoje… amarela, brilhante, como o sol e os seus raios.

Laranja como esta fruta que me delicia.

Verde como os campos na primavera.

Verde como as, frondosas, copas das árvores.

Verde como a relva onde nos deitamos lado a lado.

Cor de mel como os teus olhos, profundos… intensos…

Dourada… prateada… como o brilho das estrelas.

Cintilante… esplendor dos nossos céus noturnos.

Cinzenta e negra como a dor de perder alguém.

Cinzenta como a tristeza… como a saudade.

Negra como um coração maldoso… insensível.

Eu quero uma poesia colorida… alegre… intensa.

Quero uma poesia arco-íris…

Decompor a luz branca e… escrever colorido.

Quero uma poesia plena de cor… plena de amor.

Afinal a minha poesia é… de todas as cores.

 

 

Fortunata Fialho

Maria Fortunata Fialho

Vienne — Sketching Family

Nach Vienne hat uns ein TER- Zug gebracht. Diese Skizze der beeindruckenden Kathedrale muss leider ebenso wie der kommende Schnappschuss von Cruas in unfertigem Zustand gepostet werden, weil mir leider ein böser Mensch in Marseillan mein Fahrad samt Skizzenbuch gestohlen hat. Wir sind dort in einem Gewittersturm gestrandet und es war nicht möglich eine legale […]

via Vienne — Sketching Family