More Incredible Entries From the 2017 National Geographic Nature Photographer of the Year Contest — Sig Nordal, Jr.

‘Volcano’ There is a rumor that you can watch two things forever: fire and water, but when it comes to exploding lava fountains—it is sempiternity multiplied to infinity. The eruption of Klyuchevskaya sopka, Kamchatka. (Photo and caption by Vladimir Voychuk / 2017 National Geographic Nature Photographer of the Year) From gorgeous aerial photographs to stunning […]

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Lisboa: Arqueologia da Rua dos Correeiros — Filipe Miguel

A primeira ocupação humana documentada no espaço hoje ocupado pelo Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (NARC) remonta aos séculos V-IV aC, no contexto de uma acentuada expansão urbanística ligada aos contactos com povos comerciantes de origem oriental, nomeadamente sob influência político-económica de Cartago. A cidade cresce na direção do rio e seu esteiro, surgindo […] […]

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🐾 👀 Criaturas da noite. 👀🐾

Ao longe pia uma coruja, o voo dos morcegos rasga o negrume noturno.

Chegou a hora dos habitantes da noite.

Medos infundados cerram as portas e apagam as luzes.

A beleza das estrelas ofusca as sombras noturnas.

Pelas ruas desfilam sombras… vultos de passagem.

Criaturas da noite em busca de diversão.

Jovens procuram através do conteúdo de um copo, desinibição.

Na senda dos estupefacientes procuram a fuga.

Outros, pelo seu lado, apenas diversão pura e sadia.

Pela noite todas as sombras caminham,

Todas as criaturas aparecem… deambulam… assombram…

No negro da noite caminham amantes.

Entre beijos escaldantes unem-se corpos,

Entregam-se… perdem-se… implodem e, finalmente, explodem em mil fogos-de-artifício.

Criaturas da noite que procuram prazer e felicidade.

Sombras inofensivas que caminham na noite.

Morcegos caçam sem piedade, vitimas inocentes sucumbem aos seus ataques.

Ao longe uma coruja procura a torre da igreja.

O seu pio sulca os ares e ecoa pela cidade.

Ao longe uma porta fecha-se movida pelo medo.

Criaturas da noite, fruto da realidade, fundem-se com o irreal.

Crenças populares afloram os sentidos.

As criaturas só procuram diversão e conforto.

Enfim… criaturas da noite… somente.

 

Fortunata Fialho

 

( imagem retirada da internet)

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🎼 Vento e chuva.🎼

Vento e chuva.

 

La fora a chuva cai e o vento uiva.

Num uivo arrepiante o vento tenta entrar,

De braço dado com a chuva tentam invadir o meu mundo.

No quentinho do meu sofá recuso-lhes guarida.

Ao som dos seus rugidos linhas jorram,

Ao ritmo das gotas as letras caiem na folha branca.

Rios de palavras formam-se e um vórtice de frases surge.

Abriram a porta… o vento elevou as frases.

A porta fechou… surgiram poemas.

As frases caíram e, como um sonho, completaram-se.

Jorraram rimas, quadras, versos soltos….

Na folha branca, doce e calmo lago, as palavras repousam.

Escreveram o mais lindo poema de amor,

A mais bela e melodiosa canção de sempre,

Retrataram o inocente sorriso de uma criança,

O brilho do sol e o cintilar das estrelas.

Lá fora a chuva bate nas janelas impulsionada pelo vento.

Cá dentro… confortavelmente, sonho… viajo… escrevo…

E na folha branca formam-se, lentas e ternas,

Tempestades de palavras impulsionadas pelo sonho.

Lá fora o vento abraça a chuva e, do seu seio, a vida acontece.

Aqui dentro, o calor envolve os corpos e… o amor prevalece…

Lá fora o vento uiva e a chuva cai.

 

 

Fortunata Fialho

(Imagem retirada da internet)

vento

😃Quem sou eu?😉”Simplesmente… Histórias” 😁

Quem sou eu?

Quem consegue responder, com rigor, a uma pergunta destas?

Não sei.

Um dia sou uma pessoa alegre, crédula, romântica, otimista e feliz. No outro triste, taciturna, desconfiada e um pouco infeliz.

Atenção não sou bipolar nem sofro de qualquer distúrbio ou perturbação mental.

Poderão dizer que sou complicada, mas quem não é?

Não somos, no fundo, o espelho daquilo que nos rodeia?

Sofro quando alguém querido sofre, riu quando se riem. A tristeza torna-me infeliz e a alegria feliz.

Não é assim para todos nós?

Só um tolo consegue ser feliz a tempo inteiro. Não sou tola, simplesmente, sou humana.

Procuro obter alegria dos pequenos e bons momentos e aproveitar as coisas boas da vida. Amar incondicionalmente quem me ama e, por vezes, aqueles que dizem não me amar. Sim porque é difícil amar quem nos odeia.

Cuidado, sou orgulhosa e não esqueço facilmente a traição e o mal que me fazem. Não me pisem os calos pois eu reajo, não com violência e discussões mas sim com o desprezo.

Solitária e incondicionalmente romântica. Sonhadora e trabalhadora.

Por vezes tenho grandes momentos de silêncio em que não me apetece falar. Não estou, forçosamente, chateada com alguém ou alguma coisa, mas sim porque estou envolta nos mais diversos pensamentos.

Adoro conhecer aquilo que me rodeia. Atenção, não me interessa a vida alheia, a minha já me dá muito em que pensar.

Leitora assumida, como diz meu esposo, devoradora de livros. Ler proporciona-me felicidade, sonhos e viagens imaginárias. Quando leio sinto-me transportada a mundos diferentes, parece que esses mundos podem ser meus, mesmo que seja nos meus sonhos. A leitura envolve-me em magia. Lendo sou criança novamente, viajo no mundo da fantasia, vivo nos contos de fadas e, sobretudo, sonho acordada.

Um bom livro preenche a alma e acalma o coração.

Esta sou eu, com todos os defeitos e as qualidades de uma pessoa comum, no entanto eu sou… eu, única e real.

 

Fortunata Fialho

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😢Palavras e lágrimas. 😢

Quando o coração sangra as palavras choram…

Envoltas em lágrimas deslizam, pelo rosto, em cascata.

Sentimentos escrevem frases em revoltosos riachos.

Mudas e sentidas as palavras jorram,

Dores, envoltas em espuma, vaporizam-se.

Um caudal violento transporta mensagens de um amor ferido,

Um amor que está perdido e se afoga,

Um amor, apesar de tudo, ainda vivo.

Frases de socorro emergem das águas e… gritam.

Gritam por ajuda… gritam de desespero… gritam de angústia.

Um amor que tenta sobreviver… ameaçado de morte…

Apela, desesperado, por uma palavra amiga.

Colhe, no caudal de letras, um poema e sopra-o ao vento.

Mensagem enviada nas asas da esperança…

A uma alma confusa, envolta em sombras, com um raio de luz.

Talvez a encontre e ilumine… talvez a faça acordar…

Talvez o amor volte e o riacho acalme…

Talvez esta cascata mergulhe num lago de alegria e doçura,

E todas as palavras se juntem num doce poema de amor,

E da cascata deixem de cair lágrimas de dor e…

Se transforme numa explosão de frases de amor.

Talvez sequem as lágrimas e…

nos rostos… brilhem diamantes.

 

 

 

Fortunata Fialho

 

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