😍 Penso. 😍

Penso num mundo florido, num mundo colorido,

Num mundo amor.

Num mundo onde a monocromia é triste… monótona.

Num mundo onde a cor se quer diversa.

Como as flores silvestres revestem os campos,

Cores diversas enfeitam aldeias, vilas… cidades.

Cor… muita cor… viva o colorido!

Preto, branco, amarelo, vermelho…

Que bem que ficam juntos!

Misturemo-las todas… aumentemos o colorido.

Castanho, dourado, amarelo-torrado…

Pintam as ruas e plantam sorrisos nos rostos.

Que cores tão unidas… que felicidade tamanha…

Unidas desfilam em suave harmonia.

De mãos dadas são flores deste jardim.

Coloridas, perfumadas, unidas…

Deliciam o coração e acariciam a alma.

Que mundo tão belo!

Um mundo colorido com laivos de carinho,

Vermelho de luz, amarelo de sol,

Preto… coberto de estrelas.

Que mundo tão justo,

Um mundo amor.

 

Fortunata Fialho

 

 

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Chove lá fora.

Em “Simplesmente… Histórias”( meu livro)

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Estamos em junho e chove lá fora.

Um vento ruidoso verga as árvores.

O som da chuva é inebriante, o corpo pede cama.

Um raio de sol espreita por entre as folhas.

Rompe a escuridão e ilumina a minha alma.

O calor é abrasador e a chuva não o acalma.

Saio… que bom é sentir a água na pele.

Estou molhada… não importa, eu adoro.

Passeio à chuva e sorriu.

Na minha pele deslizam gotas de água.

Gotas? Não, riachos deslizam pelo meu corpo.

Ondas de prazer acariciam a minha pele.

Chove e não me importo, estou feliz.

Chove e não me abrigo!

Passeio lentamente e disfruto.

Que bom… chove cá fora e eu não me importo.

Fortunata Fialho

Um dia muito nublado.WIN_20141128_150217

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Poema do dia 17/04/2018

O poeta e os outros poemas

Poema do dia 17/04/2018

Perco-me nas asas com que te sonhei

Sonhos em que amei e desejei saber voar…

Na angelical protecção

Carregando no colo a paixão

Anjo não… mortal apenas…

Sem asas, sem penas, somente braços

Carregando neles teu corpo adormecido…

Encontro-me como Paulo

Na ganância da dádiva do amor

Por um tudo que te console

Por um nada que me extinga…

Alberto Cuddel

17/04/2018

17:54

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“Quero um poema”. 🎀🎭 Escondido em “Poesia Escondida”

Quero um poema que não chore, um poema que ria.

Quero um poema que cure, um poema feliz.

Um poema doçura, um poema inocência.

Quero acordar e rir como nunca ri,

Olhar um mundo sem sombra de dor.

Quero o poema inocente dos olhos de uma criança,

Luminoso como o sol que incendeia o ar,

Pálido e romântico como o luar.

Quero o mais belo poema jamais inventado,

Quero um poema orgasmo de amor,

Brincadeira de criança que sabe voar.

Quero… viver esse poema… sonhar com ele…

Nas suas mãos ser os versos, as estrofes…

E em êxtase… calmamente… rimar.

Quero um poema amor, um poema flor.

Viver nos olhos de um leitor, no sonho de um escritor.

Quero ser palavra… quero ser verso…

Quero ser o livro de poemas idolatrado,

Durante séculos nos lábios dos enamorados.

Quero um poema eterno de paz e felicidade imensa.

Quero um poema doce… terno… quente.

Ao mesmo tempo puro… inocente.

Um poema futuro, um poema esperança.

Um poema que igual todas as gentes.

Um poema sem cor, um poema amor.

 

Fortunata Fialho

 

gif Fortunata Fialho

🎉 E chegou hoje o meu exemplar da obra de que tenho muito prazer em fazer parte. 🎉

Criança poema.

 

Um choro, ténue e desesperado, soa num quarto qualquer. Poema de vida em construção. Um abrir de olhos que apreende um mundo novo cheio de luz.

Chora pela perda da segurança do ventre de sua mãe e, quem sabe se da dor sentida durante o seu nascimento.

Num mundo desconhecido, inicia o seu percurso. Só… não com a ajuda dos que o amam, escolhe o seu caminho. Nascer foi o início de uma, esperemos, longa caminhada.

Pode haver poema mais belo que o riso de uma criança? Cristalino, puro, inocente, contagia todos ao seu redor. Quem nunca riu ao escutar o riso solto de uma criança? Eu nunca resisto a fazer-lhe coro. Remédio infalível que cura toda a tristeza, bálsamo que torna a vida bem mais suave e feliz.

Envolta em sonhos onde imperam príncipes e princesas, cavalos brancos, seres mágicos… desenvolve-se. Dona de poderes imensos voa como um pássaro, nada com as sereias e corre como o vento. No seu mundo o bem vence sempre o mal, os bons são fortes e invencíveis e os maus caiem como folhas secas ao sabor do vento.

Neste mundo mágico de histórias de encantar, cresce… escrevendo múltiplas linhas, doces e puras, no livro em branco da sua vida.

Como eu recordo o início de vida os meus dois poemas, dos seus olhinhos brilhantes, das suas perguntas ingénuas… e até das suas maldades sem malícia. Crianças poema nascidas do amor que cresceram a escutar histórias e acreditando serem reais.

Deambulo pelos caminhos e cruzo-me com tantos poemas em construção. Pelo ar ecoam gargalhadas e correrias sem fim. Lutas fingidas e ternuras imensas. Livros em branco com poucas páginas preenchidas, crianças poema em início de vida.

 

Fortunata Fialho

 

Fortunata Fialho-01

1 of these 3 Illusions Will Make You Question Your Eyesight — TwistedSifter

Opitcal (or visual) illusions have a way of captivating us and shaking up our reality. Many of us rely on our vision to validate and make sense of the world around us. When you are presented with a fact that your eyes cannot confirm, it can be a bit jarring. We’ve posted plenty of…

via 1 of these 3 Illusions Will Make You Question Your Eyesight — TwistedSifter

😉💐 Mais no meu livro: “Simplesmente… Histórias”

Sentei-me ao computador com uma enorme vontade de escrever. Surpresa! Perdi a inspiração.
E agora? Que faço com esta vontade?
Olho em volta e nada me inspira.
Que monotonia está tudo na mesma.
Olho pela janela e o sol brilha. Há tanto tempo que andava desaparecido. Percorro o espaço exterior com os olhos.
Vejo lindas flores nos meus canteiros, todos os dias aparecem mais algumas.
O meu quintal resplandece de cor e de alegria. Os pássaros chilreiam nas árvores. Não consigo descobrir nenhum ninho, talvez ainda seja cedo.
Vistosas joaninhas passeiam-se sobre as flores comendo o piolho das plantas. Uma borboleta esvoaça em redor da minha janela. Deve de estar a exibir o seu belo colorido, e que colorido! Recuso-me a pensar que anda a depositar os seus ovos nas minhas plantas. As lagartas vão banquetear-se e eu vou ficar muito aborrecida.
No canil as cadelinhas estão estendidas a apanhar todo o sol que podem, nem me ligam. Eu bem me esforço mas elas ignoram-me.
Tantas abelhas no meu quintal! Será que não me vão picar? Talvez deva ter cuidado e deixá-las andar à vontade.
Levanto o olhar e surge um céu tão azul que encandeia. Nenhuma nuvem o mancha.
De vez em quando, passam alguns pássaros voando e chilreando.
Contínuo sem inspiração. Não sei por onde começar. Talvez seja melhor desistir, fechar o computador e esperar por melhor ocasião.
Vou esperar pela minha inspiração. Talvez ela se digne voltar.
Se voltar posso escrever mais uma história daquelas que tanto gosto tenho em contar.

 

Fortunata Fialho

 

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