Um simples toque.

Sentada num banco de jardim apreciava a paisagem. A calma e dourada planície era como um bálsamo, o dia tinha sido demasiado stressante e estava cansada.

Não o ouviu chegar… o silêncio era tão bom! Subitamente um toque, os seus dedos no seu pescoço rolavam suave e delicadamente. Uma suave caricia percorria o seu corpo. Fechou os olhos e uma onda de prazer avançou em si como as ondas, de um mar calmo, se espraiam pela areia. Todos os seus sentidos se concentraram naquele toque. O seu corpo tornou-se areia e aquele toque o seu mar, calmo e dócil, mas fresco e reconfortante.

Encostou a cabeça naquele peito quente e o bater daquele coração soou como acordes celestiais. Cerrou os olhos, queria sentir sem pensar. Como era boa aquela sensação! Como desejou que aquelas mãos descessem pelo seu corpo e a abraçassem terna e firmemente, que aqueles lábios percorressem o seu corpo e despertasse toda a volúpia escondida em si.

Já não era dona de si mesma, só queria ser dele, fazer parte dele. O seu corpo ansiava por aquele corpo que se vestia com a sua pele.

Nas imediações não se via viva-alma e o arvoredo escondia-os de quem passava… estavam completamente sós.

Lentamente os botões do seu casaco soltavam-se revelando parte dos seus seios que revelavam a sua excitação através dos mamilos que se revelavam sob o cetim da sua blusa.        (…)

 

Fortunata Fialho

 

Milla088

 

 

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