Vida.

Vida

Nascer… viver… reproduzir… morrer…

Nesta vida há muitos natais felizes e cheios de esperança.

Natal é sempre que uma criança nasce,

Adorada por um séquito de familiares

Que a embalam e cuidam com toda a ternura.

Com ele transporta toda a nossa herança,

Aposta num mundo onde o amor cresce.

Menino(a) aí Jesus em casa de seus pais.

Luz que ilumina mais que o sol numa tarde de verão.

O tempo passa e os meninos crescem,

Orgulho dos pais somam anos,

Birras, sorrisos, vitórias e algumas desilusões.

Perdem a inocência, ficou em pedaços pelo caminho,

Somam novos sonhos e também mais algumas ilusões.

Também eles concebem frutos para novos natais.

Nas suas casas também se vai adorar os meninos.

A vida não perdoa e os natais serão os seus netos,

Novos aí Jesus de seus avós,

Cobertos por abraços e beijos de puro amor.

Neles depositamos a esperança no futuro…

A vida é tão curta e a morte não perdoa,

Implacável… em surdina… rouba-nos a vida.

Entre lágrimas e desespero… surge a saudade.

Milagrosamente, no leito de uma criança que nasce,

Uma estrela brilhante brilha mais intensamente

Sobre um berço, pobre ou rico, não interessa.

No seu intenso brilho… protege…

Sempre que alguém morre sobe mais uma estrela aos céus.

Fortunata Fialho

Imagem retirada da internet

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