Terra, pobre planeta.

Terra, pobre planeta.

Mundo louco, insano e desesperante, virado do avesso e desprotegido.

Onde o amor se transforma em ódio e o conhecimento em ignorância.

Todo o planeta se debate a fugir da morte sem que ouçam o seu angustiante grito.

Mentes surdas e petulantes, pseudoiluminadas na sua ignorância,

Poluem os seus oceanos, rasgam o seu solo e destroem o seu manto verde.

Como filhos que acham que os pais nunca morrem,

Esgotam os seus recursos perante uma população inerte.

Condenam os povos a uma vida de terror e morte.

As águas agigantam-se, as florestas perecem e o calor avança.

O frio gela, o calor derrete e o planeta adoece.

Os animais morrem, as plantas desaparecem, o deserto avança.

E o povo chora castigado pelo clima,

Afoga-se nas águas, incinera-se nos incêndios,

Debilita com fome, sede… desidrata com o calor…

Pobre planeta! Pobres de nós que com ele sofremos!

Protejam-no, curem as suas feridas, purifique as suas águas,

Remendem os seus mantos verdes, juntem os retalhos e criem florestas.

Purifiquem o ar… deixem-nos respirar… devolvam o oxigénio.

Parem gentes inconscientes! Vive meu planeta amado.

Fortunata Fialho

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