À luz da poesia

À luz da poesia.

À luz da poesia revelam-se sonhos e quimeras.

Como a chama de uma vela, sombras irreais criam magia.

Pelos olhos desfilam mundos fantásticos… (i)reais.

À luz da poesia não existe frio e o calor só acaricia.

Todas as sombras se enchem de luz e os corações brilham.

Brilham intensamente, irradiando inocência e esperança.

Iluminada por essa luz imensa sonho…

Sonho com mundos encantados, céus de mil cores,

Campos cobertos de diamantes gotas de orvalho.

Campos verdejantes até onde a vista alcança… e mais além.

Verdes salpicados de mil flores arco-íris… mágicas… fantásticas…

Riachos de águas frescas e cristalinas matam a sede.

Nas suas águas refrescam-se corpos envolvidos pela sua carícia húmida.

À luz da poesia os amantes são mais amantes,

A pele mas sensível, os beijos mais intensos.

E os orgasmos? Ai esses são puramente divinais.

À luz da poesia não tenho idade… nem fronteiras.

Sou pura e inocente como uma criança…

Sábia… vivida… feroz… protetora…

Doce e ardente como a paixão… despida de preconceitos e tabus.

Iluminada, as palavras soltam-se compondo belos poemas.

Textos poéticos de frases melódicas… doces… eternas…

À luz da poesia… algures… nasce mais um poeta,

Mensageiro de beleza… esperança e sonho.

Fortunata Fialho

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