Á beira do mar.

Á beira do mar.

Passeando á beira do mar, no fim da terra seca,

O rebentar das ondas provoca uma explosão de sonhos.

Pontapeio a realidade e dos meus pés soltam-se pássaros encantados.

Em voo silencioso levam mensagens de um tempo mágico.

Das suas penas soltam-se suspiros e risos de felicidade.

Os seus trinados são poemas de amor e paz.

Pela imensidão da areia molhada, nascem jardins encantados.

Cidades encantadas plenas de seres coloridos

Nadando por entre corais e florestas de algas.

Das profundezas ecoam belas melodias.

Uma orquestra de baleias ensaiam doces melodias.

Pontapeando as ondas solto diamantes

Brilham como mil estrelas, enfeitando o negro da noite.

Fecho os olhos e sonho com sereias,

Habitantes da Atlântica que ressurgiram no tempo.

Sentada na areia, viajo por terras longínquas,

Vivo romances inesquecíveis, danço nos mais belos salões,

Componho as mais impressionantes sinfonias,

 Distribuo felicidade e paz por todo o mundo.

O sol acaricia o meu corpo e os olhos abrem-se.

O dia nasceu e eu estou acordada.

O sonho, ai o sonho esse nem o brilho do sol apaga.

Fortunata Fialho

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