“A Soma Dos Nossos Dias”

(…)

Quem anda, todos os dias, na estrada está sujeito a muitas situações perigosas. Há alguns anos numa curva perigosa, um veículo derrapou em algo e começou a capotar na minha frente. Parecia um carrinho de brincar atirado para o chão. Quase que me atingiu. Quando se imobilizou, na barreira, corri a ver se precisava de ajuda, pensei que o pior lhe tinha acontecido. Surpresa! Um jovem saiu ileso e agradeceu a minha preocupação. O veículo é que estava uma lástima. Foi caso para dizer que os nossos anjos da guarda deviam ser mesmo bons.

Caminho infernal, o sol de frente ao nível do asfalto cegava-me quase totalmente. Os carros surgiam do nada e os limites da estrada dificilmente se percebiam.

Numa curva sofri uma impressionante descarga de adrenalina, aparecido do nada um veículo surgiu a meu lado e a sensação de perigo foi avassaladora. Parecia que me iria abalroar e eu não poderia fazer nada. Foi verdadeiramente assustador.

O sol teimou em cegar-me durante toda a viagem. Abençoadas árvores que, por alguns troços de estrada, me deram um pouco de proteção. É nestes momentos que dou valor aos dias nublados.

Apesar de ser difícil viajar com o sol nestas condições, também tenho o privilégio de assistir aos maravilhosos nascer do sol que nos presenteia com lindas paisagens maravilhosamente coloridas. (…)

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