Une nouvelle étude s’alarme d’une tendance troublante observée dans une dizaine de milliers galaxies lointaines. Ces galaxies se vident de leur gaz, indispensable à la formation de nouvelles étoiles, et sont donc condamnées à mourir prématurément. Ce qui signifie en fait en termes galactiques à refroidir inexorablement. La force qui évacue ce gaz est encore mal […]

via Astronomie:Quelque chose dans l’espace fait mourir des galaxies entières — Michelduchaine

Porque crescem?

Porque crescem?

Pergunta que todos os pais fazem.

É tão bom quando são pequeninos.

Os primeiros risos,

As primeiras vocalizações,

Os primeiros passos.

As gracinhas,

O brilho, da inocência, nos seus olhos.

Não esquecer, também, as birrinhas.

E crescem…

As esfoladelas: acidentes que um beijinho cura.

A procura de colinho quando o medo aperta e os

Probleminhas surgem.

O esconder atrás dos adultos quando os sarilhos

Assustam.

Depois vem o primeiro dia de escola,

Os primeiros livros e cadernos,

Os lápis e as canetas.

Os coleguinhas:

Novos amigos até então desconhecidos,

As aventuras e desventuras dos recreios.

E crescem…

O segundo ciclo,

Tantos professores diferentes,

Uma escola enorme,

Cheia de descobertas e perigos.

Os desgostos dos primeiros amores.

E crescem…

O terceiro ciclo e o sentimento de poder.

Sou crescido(a),

Sei o que quero,

Só eu sei o que é bom para mim.

Os pais passam a ser os velhos.

Enfim, a adolescência…

E continuam a crescer…

Vem o Secundário,

As escolhas para o futuro,

Os namorados(as) duradouros… ou não…

Já cresceram tanto…

Finalmente chega a Universidade ou o mundo do trabalho.

Olhamos para eles e são adultos.

Será que os educámos bem?

Ajudámo-los a serem adultos responsáveis?

Serão pessoas justas e sensatas?

E cresceram psicologicamente…

Porque tiveram que crescer tão depressa?

Ficou tanta coisa por fazer,

Tanta coisa por ensinar,

Tanto carinho para dar.

Seria tão bom que eles fossem sempre

Pequeninos.

Mesmo assim continuam a ser,

Eternamente as nossas crianças.

Para os pais, os filhos não crescem,

Serão sempre os nossos pequenos.

Os nossos adorados filhos,

Continuamos a viver os seus problemas.

As suas vitórias,

Sofrer quando sofrem,

Ser feliz quando são felizes.

Porque será que têm de crescer?

 

Fortunata Fialho em ”Sentidos ao Vento (Momentos)”

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Dália

Nome de Flôr,

Nome de pessoa,

Neste momento, nome de flores do meu quintal.

Flores lindas, de porte orgulhoso,

Cores vistosas,

Folhas verdes e luzidias.

Quando olho para elas só consigo pensar em

Beleza.

Como pode existir tanta beleza numa Flôr?

Numa planta que só precisa de um pouco de

Terra e de água.

Parece magia que a beleza precise de tão pouco

Para florescer.

Um conjunto de pétalas harmoniosamente

Ligadas.

Um caule coberto de folhas,

Simples vistosas,

Encimadas por uma dália colorida e vaidosa.

Lindas, as minhas Dálias,

Vistoso o meu quintal.

Delicia da minha visão.

E fico a apreciar,

Deliciada com todo o seu encanto.

 

Fortunata Fialho em ”Sentidos ao Vento (Momentos)”

 

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