Por que é que as crianças nos braços das mulheres pedintes estão sempre a dormir? — Só palavras

Perto da estação do metro está uma mulher de idade incerta. O cabelo dela está emaranhado e sujo, a cabeça baixa de tristeza. A mulher senta-se no chão sujo e ao lado dela está um saco. Naquela bolsa, as pessoas colocam dinheiro.

via Por que é que as crianças nos braços das mulheres pedintes estão sempre a dormir? — Só palavras

Anúncios

😘 E porque hoje é o dia do beijo. 😘

Beijo.

 

Já pensei em trocar o mundo por um beijo.

Por um beijo deixei-me conquistar.

Nuns lábios pensei que era dona do mundo.

Beijei com amor, com paixão e desejo.

Beijei a tua boca, o teu corpo e… soube tão bem!

Com um beijo me deixei Levar… perdi-me.

Deixei de ser eu e fui… nós…

Na vida continuei a desejar ser beijada.

Beijei o rosto de meus filhos e… tudo valeu a pena.

Com beijos, húmidos e babosos, fui feliz.

Um beijo é um tesouro maior que tudo.

coleccionei beijos das pessoas que amo,

De quem gosto e até daqueles que soube serem falsos.

Destes tentei ver-me livre mas não consegui,

Um beijo dado nunca mais pode ser devolvido.

Os outros guardo num cofre bem seguro e inviolável…

Do meu coração nunca ninguém os conseguirá roubar.

Alguns são tão preciosos por não poderem ser replicados,

Outros são tão doces que serão sempre poucos.

Sem beijos a vida é pobre e fria e até o sol brilha menos.

Beijo… amor… desejo… paixão… carinho… doçura…

 

Fortunata Fialho

 

Leao-640x500
altoastral.com.br

😜 Alegria. 😉

Atender o telefone e ouvir:

– Olá Tia, quando vens?

O abraço e beijo de uma criança que ama

Incondicionalmente.

A alegria quando recebe uma prenda.

O brilho dos olhos quando rasga o papel.

A qualidade não interessa, é uma prenda!

Boa ou não é sempre festejada.

Brinquedo maravilhoso que faz sonhar,

Viver as fantasias que só existem no seu mundo

Fantástico.

Ouvir uma vozinha contar uma história

A partir de imagens como se fosse o que lá está

Escrito.

Partilhar os brinquedos com os adultos,

Transformá-los em crianças.

Crianças que esquecem as suas tristezas,

Que riem como se retrocedessem a uma idade

Sem preocupações.

É tão fácil ser criança nas mãos de outra

Criança!

Reviver fantasias há muito esquecidas.

Construir novamente castelos nas nuvens,

Viajar no espaço e por fim acordar.

 

Fortunata Fialho

 

sou-tia-coruja-sim-meus-sobrinhos-sao-os-mais

Ódio…

Infelizmente é um tema sempre presente…

escreversonhar

Por todo o lado um ódio imenso parece multiplicar-se.

Ligo a televisão e … atentado aqui… atentado ali…

Morte e dor sem fim.

Crianças sem pais… pais sem filhos… vidas sem futuro.

Ódio… ódio e mais ódio… tanto ódio.

 

Não presta, não tem a minha cor.

Não vale nada, é pobre e mal sabe ler.

Não lhe ligues, não vês que até a roupa já perdeu a cor.

Desgraçado, já não presta… perdeu o gosto por viver.

 

Parece que todos se odeiam. Será o ódio um vírus?

Virulento, ataca e destrói, todo o amor…

Encontrem a cura para tanta maldade,

Socorram a humanidade… por favor…

Encontrem uma vacina de amor.

 

Fortunata Fialho

 

frase-cuanto-mas-pequeno-es-el-corazon-mas-odio-alberga-victor-hugo-137647

View original post

😇😈 Esta noite. 😈😇

Esta noite sonhei que dormia numa cama de nuvens,

Embalada pela brisa e coberta de uma manta de estrelas.

O sol surgiu… a manta caiu, e eu estremeci.

Os raios acariciaram meu rosto, beijaram minha boca,

Detiveram-se nos meus seios, afloraram meu ventre,

Deslizaram pelas minhas pernas… possuíram meu corpo.

Lenta e docemente o meu corpo agitava

E, eu fui nascente… rio… vulcão.

O sol partiu e o meu corpo repousou,

Calmo e tranquilo como as águas de um lago.

E o vento veio, agitou minhas águas,

Acariciou meu corpo, penetrou cada poro,

Possuiu minha alma… agitou-a.

Primeiro suavemente depois… depois fomos furação.

E o furação desvaneceu-se, voltou a ser brisa,

Pousou-me na areia da praia e… partiu.

Sobre um leito de areia descansei.

O mar soava e o meu corpo acalmava.

Os olhos fecharam-se e o som embalava.

O mar viu e a maré chamou.

A maré encheu e o mar acariciou meus pés,

Subiu minhas pernas, envolveu meu corpo.

Suaves ondas embalaram-me docemente.

Deliciada deixei-me ir…

E o mar calmo, de repente, foi tempestade

E… eu perdi meu chão.

Finalmente cansado acalmou, devolveu-me à areia.

Em maré baixa, tão lentamente como surgiu… partiu.

Não sei como nem porquê, rolei lentamente e…

Baixinho, docemente, os meus lábios sussurraram:

Meu sol, meu vento, meu mar… contigo sou feliz.

Envolta no teu abraço, tranquilamente… adormeci.

 

Fortunata Fialho

 

1
Imagem retirada da internet.

Poema do dia 29/06/2018 — Entre Pontos e Vírgulas, Poesia!

Poema do dia 29/06/2018 Chovia, num choro imperceptível, quase inaudível, num suicídio húmido contra as janelas do quarto… de ouvido colado ao chão escutava a terra, e o mundo em silêncio… A terra gritava por amor e cumplicidade A crosta por verdade chorada e saudade! Corria pelo caminho apinhado de gente Sem nada saber ao […]

via Poema do dia 29/06/2018 — Entre Pontos e Vírgulas, Poesia!