A vida é uma enfermidade é efémera É um filme que mexe connosco; é uma história pessoal e familiar dramática de empenho, dedicação e esforço humano. Este filme é baseado numa história verídica sobre uma família com um filho que vê o seu pai transformar-se no seu herói preferido, Iron Man, e “quando for grande quer ser […]

via Esclerose Múltipla explicada em 100 metros — o dia da liberdade

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Palavras…

Façam com as palavras, aquilo que quiserem, desfaçam-nas:

Separem-nas letra a letra e joguem, brinquem, façam-nas dançar.

Criem novas palavras, palavras de amor e alegria, palavras sãs.

Jamais escrevam a dor e o sofrimento, o ódio e a intolerância.

Escrevam palavras lindas, brilhantes como o sol.

Que brotem como as mais lindas flores num prado de melodia.

Que soem, cristalinas, como o riso feliz das crianças.

 

Façam com as palavras o que quiserem, esgrimem-nas como adagas.

Deem golpes de frases, decepem a ignorância, disparem conhecimento.

Com um arsenal de letras disparem palavras em rajadas de linhas,

Deixem correr rios de ideias, mares de entendimento.

Derrotem mundos de ignorância, criem países de sábios,

Façam surgir impérios de puros e bons sentimentos.

 

Não deixem morrer as palavras, curem-nas e estimem-nas.

A sua beleza é imensa e o seu poder incalculável.

Lancem-nas no leito das páginas e misturem-nas.

Elas vão revelar poderes imensos, magias incríveis.

Surgirão histórias, livros, estantes, bibliotecas…

Conhecimentos novos, puros, imparciais e assim…

Poderemos voltar a refletir sem limites, sem tabus, sem censura.

 

Fortunata Fialho

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Um escritor que todos os jovens, e menos jovens, deveriam ler.

Vocês lembram quando eu publiquei a resenha: Vinte mil léguas matemáticas? O autor se inspirou neste clássico de Julio Verne. Lembram que no livro de matemática se falava sobre uma viagem? Da mesma maneira os personagens deste livro de Julio Verne viagem, mas não por terra, e por incrível que pareça em uma época antiga […]

via Vinte mil léguas submarinas, Julio Verne — resenhasafins

Carta ao Diabo.

Caro Diabo. Depois de tentar comunicar contigo e de nunca receber resposta, ouvi dizer que as novas tecnologias te cativam. Acreditei, claro, pois tomei conhecimento de todos os teus seguidores e do mal que andam a fazer sem que se tenham de identificar.

Venho, esperançado de que leias e respondas como manda a boa educação, se é que ainda tens alguma, claro.

Peço que deixes a humanidade em paz, já lhes criaste problemas que cheguem. Tens feito um trabalho, de grande qualidade reconheço, em infernizar os desgraçados. Tiras-lhes o pão da boca, o dinheiro do bolso, a saúde e, como se não bastasse ainda os assustas de morte com terroristas, assassinos, violadores e outros que tal, que ensinaste na perfeição.

Não te resta um pouquinho de humanidade? O tempo comigo não te deixou nem um pouco de compaixão?

O pior disto tudo é que eu não tenho mãos a medir a tentar corrigir toda a porcaria que fazes. Já nem tenho tempo para descansar, o que prejudica o desempenho de qualquer um, mesmo o meu que sou Deus. Quando penso ter limpo a porcaria que fazes, tu fazes muita mais.

Apelo à tua consciência, na esperança de ainda teres alguma, para que poupes o meu rebanho e lhes proporciones alguma tranquilidade e, sobretudo, os deixes ter os seus momentos de felicidade, eles merecem já os fizeste passar por tanto! Os teus lobos já tiveram tempo para se alimentarem, deixa o meu rebanho seguir o seu caminho sem o medo dos seus ataques.

Quando vivias comigo já revelavas um comportamento preocupante mas caramba, não tivesse já tempo para crescer e deixares de ser tão problemático? O tempo de rebeldia já deveria ter passado, devias de te ter tornado mais maduro e responsável.

Reflete e muda… substitui a maldade por sexo porra!

 

Fortunata Fialho em:

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